• Portal Realeza

Funcionária do PROCON de Manhuaçu, acusada de aplicar golpes, é demitida



Uma ex-funcionária do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) de Manhuaçu foi demitida pela Prefeitura. O ato de exoneração foi publicado nesta terça-feira (20). O caso vinha sendo investigado pela Polícia Civil e estourou em maio, quando houve busca e apreensão na casa da suspeita, bem como a sua prisão temporária. Ela permaneceu presa, mas depois foi liberada.

Ela é suspeita de aplicar golpes a partir de documentos pessoais das pessoas em busca de seus direitos nas relações de consumo. Após o fato, a Prefeitura de Manhuaçu, através da Secretaria de Administração, ofertou denúncia. Uma Comissão de Processo Administrativo Disciplinar concluiu que as provas juntadas aos autos do Processo Administrativo Disciplinar nº 2813/2018, apontam no sentido de que houve afronta aos dispositivos do Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Manhuaçu, Lei nº 1.682/91, notadamente quanto aos deveres contidos no incisos I e IX do art. 126.

Além disso, a Comissão Processante considerou a ocorrência de violação aos deveres funcionais tipificados no art. 126, incisos I e IX, no desempenho da função, e que a tal fato se aplica a pena de demissão, conforme prevê o inciso XIII do art. 142 da Lei 1.682/1991.

ENTENDA O CASO

De acordo com a Polícia Civil, depois de seis meses de apuração, foi cumprido mandado de prisão preventiva contra a ex-funcionária, depois de indícios de crimes de estelionato.

Conforme apurado, os crimes teriam sido praticados a partir de documentos pessoais arrecadados no contato com dezenas de consumidores que procuravam o Procon em Manhuaçu. “Apuramos que a suspeita aplicou vários golpes, principalmente contra aposentados”, explicou o delegado José Geraldo, responsável pelo inquérito policial.

Durante cumprimento do primeiro mandado de busca, policiais recolheram documentos no apartamento da suspeita. Na oportunidade, a Justiça determinou o afastamento dela das funções no Procon.

Segundo informações do delegado Regional Carlos Roberto Souza, a suspeita também foi ouvida na delegacia, na presença de advogado e, em seguida, levada para uma unidade prisional.

A Polícia Civil destacou que os crimes não envolvem a instituição Procon de Manhuaçu, mas até então uma ex-funcionária e outros suspeitos não ligados aos órgãos, investigados no mesmo inquérito.

Fonte: Folha de Manhuaçu

#PrefeituraMunicipaldeManhuaçu #procon

  • Instagram ícone social
  • Facebook ícone social

Deixe o e-mail e receba as atualizações:

Todos os Direitos Reservados - Portal Realeza - 2017 - 2019

CPF: 116.672.106-02 

Rua Monte Verde, 01 - Distrito de Realeza - MG